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Quer transferir dinheiro? Saiba como funciona o câmbio!

Para quem planeja transferir valores para o exterior ou receber no Brasil, é importante ter conhecimento sobre esta transação. Além das taxas e termos técnicos que encontramos nos contratos, um elemento essencial precisa ser entendido na hora de se completar uma transferência: o câmbio.

Como funciona?

Primeiramente, o câmbio é uma forma de troca de moeda entre países. Agentes autorizados pelo banco central – banco, corretoras, agências de turismo, distribuidoras-  fazem a conversão do valor estrangeiro para a moeda brasileira e vice-versa. Esta operação é muito comum entre turistas ou trabalhadores que buscam enviar dinheiro ao seu local de origem – ou ao exterior. No mercado de cambio – ambiente que não existe fisicamente, mas sim abstrato – as operações destes agentes são realizadas entre eles e os clientes. Sendo todo o tempo monitorado e fiscalizado pelo Banco Central, é um ambiente que engloba compra e venda de moeda estrangeira, oficial e seguro. Operações de câmbio paralelas, ou seja, realizadas de modo à margem das leis criadas pelo Banco Central, são ilegais, portanto fique atento aos regulamentos e regularidades das agências ao operar com a conversão de valores.

Com a devida autorização do Banco Central, as instituições podem operar no mercado de cambio comprando e vendendo moedas estrangeiras, transferindo ao exterior e é relativamente simples, tanto para agencias quanto pessoa física, fazer a conversão dos valores.

Isso se dá com base na taxa de câmbio, que nada mais é que o preço de uma moeda estrangeira medidos em relação à moeda nacional. No Brasil temos o Dólar como base para referência nos valores das cotações. A taxa de cambio reflete diretamente o custo de uma moeda, e divide-se em taxa de compra e taxa de venda, que são as taxas operadas pelas agencias autorizadas. Estas taxas não são fixadas e normalmente após negociação entre os bancos, libera-se um valor diário, que é variável e atualizada pela imprensa e meios de comunicação com frequência. É necessário um acompanhamento destas taxas para a conversão ser feita de modo correto.

Fique atento!

Apesar de relativamente aberto para qualquer um que necessite converter seus valores locais em estrangeiros, há limites em relação a formas, quantias e regulamentos. Importante lembrar que o Banco Central dita estas regras e deve ser sempre a referência principal antes e durante a conversão, independentemente de agentes e instituições financeiras. Por isso, é necessário sempre averiguar a regulamentação dos locais antes de se planejar uma transferência.

 

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